sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Perdendo dentes*


Existem vários pensamentos memoráveis e inapropriados para qualquer timbre ou tímpano. Muitos deles começam com o clássico "eu queria". Dentro destes estão: aqueles que são antecedidos pela palavra "mas", os que, entre vírgulas, têm "então", e aqueles que terminam com a enigmática e óbvia interrogação - o resto são variações da mesma pergunta.
Mas então, o que eu queria?
Talvez ser a máquina odontológica que perfura o dente, em rotações inimagináveis por minuto. Perfurar, descobrir, e evitar que se perca dentes.
É dor, ferro, engenho, frio? talvez.
É meio, caminho, interior, profundidade.

3 comentários:

Gustavo Monteiro disse...

*Perdendo dentes (pato fu)


Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão

Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém

Acho que eu fico mesmo diferente
Quando falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
E uso as palavras de um perdedor

As brigas que ganhei
Nenhum troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei

As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci

Patricia Matias disse...

O pior é que tudo é variação da mesma pergunta...
Nem tem como fugir

Ser a máquina dontológica????
todo mundo ODEiA essa máquina
kkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Às vezes matamos o presente do presente, acostumando-se a viver do passado.

Mas devemos ter cuidado: Quando realmente acreditamos que podemos compensar nossa falta de habilidade dobrando os nossos esforços, não há limites para a cagada que podemos fazer.

Viajei, tá. Mas acho que vc entendeu. kkkkkkk

abração